terça-feira, 18 de maio de 2010

O sentido da vida...



Às vezes me pergunto o real sentido da vida. Aliás, não só eu, mas acredito que todas as pessoas se perguntam isso. Pra que nascemos? Por qual motivo temos que vir ao mundo, encontrar coisas boas e ruins e ter que enfrentar tudo isso? Devia ser tudo tão mais fácil. As coisas são realmente complicadas.
Nascemos, obtemos alguns ensinamentos com nossos pais, mães ou seja lá o que for. Entramos na escola. Passamos anos e mais anos de nossa vida estudando como loucos pra tirar mais que um 7 nas avaliações. Alguns pais reconhecem nosso esforço, outros nem se importam, dizem apenas que é uma obrigação. Mais tarde, passamos no vestibular. Ou melhor, alguns passam, outros não. Por alguns fatores: ou não estuda, ou estuda, porém é nervoso e/ou tem dificuldade. Enfim, mais complicações. Vamos trabalhar. Trabalho é sinônimo de estresse. Ou seja, mais complicações pra nossa vida. Ah, esqueci de falar de família, que é mais estresse. Marido, filhos...
Bem... eu resumi algumas fases de nossas vidas. Claro que não é tudo. Aliás, sou tão nova e já vivi tantas coisas tristes e chatas. Não digo problema, pois eu nunca soube o que é um problema de verdade. Como eu estava falando com Bianca no telefone um dia antes da prova de história, eu tenho sorte, apesar de tantos transtornos. É... Sorte! Sim, pois tem uma coisa muito boa: eu não nasci escrava. Não riam, isso é uma realidade. Imagina se eu tivesse nascido naquela época em que as pessoas sofriam tanto, trabalhavam demasiadamente para não ganhar nenhum salário, nenhuma recompensa pelo seu esforço. E, em algumas vezes, se não cumpriam corretamente as ordens dadas pelos seus patrões, eram chicoteados. Para que isso? Vemos, assim, que já existia violência desde os antigos tempos...
Seria muito bom se as coisas fossem simples. Entretanto, é para isso mesmo que existe os obstáculos. Para enfrentá-los com determinação. Só assim podemos mostrar o quanto somos capazes de conseguir o que quisermos, tendo fé e acreditando que sempre, sempre podemos melhorar.


Thaianny Melo




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