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Mostrando postagens com marcador Caio Fernando Abreu. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

‎Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro.

sábado, 8 de setembro de 2012

É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar. É o estágio onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada. É o nada que você optou para parar de sentir dor. No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se… Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso.

Caio Fernando

sábado, 31 de março de 2012



E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória.

Caio Fernando

sábado, 10 de março de 2012

Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa. Alguma segurança. Invento estorinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força. Mas a sensação de estar sozinho não me larga. Algumas paranóias, mas nada de grave. O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, esse contentar-se com quase nada. Estou todo sensível, as coisas me comovem…

Caio Fernando

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


De repente, estou só. Dentro do parque, dentro do bairro, dentro da cidade, dentro do estado, dentro do país, dentro do continente, dentro do hemisfério, do planeta, do sistema solar, da galáxia — dentro do universo, eu estou só. De repente. Com a mesma intensidade estou em mim. Dentro de mim e ao mesmo tempo de outras coisas, numa sequência infinita que poderia me fazer sentir grão de areia. Mas estar dentro de mim é muito vasto.

Caio Fernando

domingo, 20 de novembro de 2011


Não é fácil, muitas vezes eu me sinto sufocar de saudade, de vontade de estar perto.

Caio Fernando

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



Eu te amei muito. Nunca disse, como você também não disse, mas acho que você soube.

Caio Fernando

domingo, 13 de novembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias.

Caio Fernando

segunda-feira, 31 de outubro de 2011


Que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços.

Caio Fernando

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Mas acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo, mas que só você, de algum modo, fosse capaz de ativar. Eu sei, é lindo. Mas logo em… seguida, quando penso em quão longe você está sinto-me despedaçar por inteira. Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença. Então sigo assim, penso em você, sorrio, sofro e rezo, peço pra Deus cuidar de você, amenizar essa dor e trazer logo a minha cura.

Caio Fernando

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.

Caio Fernando 

domingo, 16 de outubro de 2011

A única magia que existe...



Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso. A única magia que existe é estarmos vivos e não entendemos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

Caio Fernando

quinta-feira, 28 de julho de 2011


Seja alguém simples, algo que você ama e entende. Esqueça o resto, tudo que você precisa está na sua alma e no seu coração.

Caio Fernando

Faltava algo. Algo que não podia ser preenchido com palavras. Faltava alguém.

Caio Fernando

terça-feira, 26 de julho de 2011


Eu já quis que o destino me surpreendesse... Hoje eu só espero que ele não me decepcione.

Caio Fernando

E se é verdade que o tempo não volta, também deveria ser verdade que os amigos não se perdem.

Caio Fernando

segunda-feira, 18 de julho de 2011


O que tem me mantido vivo hoje é a ilusão ou a esperança dessa coisa, "esse lugar confuso", o Amor um dia. E de repente te proíbem isso. Eu tenho me sentido muito mal vendo minha capacidade de amar sendo destroçada, proibida, impedida.

Caio Fernando

terça-feira, 5 de julho de 2011




Como deve ser bom ligar e dizer "aconteceu algo terrível, sinto que não vou suportar" e ouvir "senta e me espera, tô indo agora te ver".

Caio Fernando (Via@CaioAbreuFrases)

sábado, 11 de junho de 2011


Incrível como algumas coisas deixam marcas, e até parece que foram marcadas a ferro, porque você ainda as sente.

Caio Fernando